Quer empreender em Educação Física, não cometa este erro.

O Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. Apresentando números acima de potências econômicas como EUA e China. Mas de cada 10 empresas, 6 fecham as portas antes de completarem 5 anos (IBGE).

O Mercado Fitness brasileiro, que é um dos maiores do mundo e uma das principais portas de entrada tanto no mercado como nos negócios para profissionais de educação física, vive um paradoxo, nos últimos anos apresentou um aumento no número de empresas, aumento no número de clientes, mas queda no faturamento. 

Mas se aumentamos o número de academia e o número de clientes e estamos cobrando menos isso não é bom? Não estamos dando oportunidades para mais pessoas praticarem atividades física? Não! Porque não estamos fazendo isso pelo motivo certo, estamos fazendo isso por despreparo mesmo. 

O número de frequentadores de academia no Brasil ainda mal atinge 5% e enquanto, por exemplo, EUA, Reino Unido e Alemanha, tem média de mais de 1000 alunos por academia, o Brasil tem média de apenas 278 (IHRSA Global Report 2017 Tradução: ACAD Brasil).

A crise e a falta de preparo nos levaram o tomar o caminho mais simples e arriscado: colocar o preço mais baixo que os concorrentes mais próximos, que muitas vezes fazem as mesmas coisas, criando um ciclo perigoso e insustentável, que no fim levará ao fechamento de portas e com isso, menos vagas de trabalho e menos possibilidades de prática de atividades físicas para a população. 

Abrir um negócio é muito mais que apenas montar uma estrutura, fazer dar certo está longe de ser uma competição apenas pelo preço.